O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens

Enviada em 23/11/2020

Os filósofos alemães Adorno e Horkheimer criaram o conceito de “indústria cultural”, cuja ideia está relacionada a uma padronização de valores transmitidos nos veículos de comunicação. Paralelamente, os influenciadores digitais possuem grande poder sobre as decisões dos jovens relacionadas a compra de produtos. Ademais, os social medias também influenciam muito no comportamento dos jovens e adolescentes, o que pode ser decisivo na formação do caráter dos mesmos.

Em primeiro plano, é importante citar que as medias digitais se produzam um meio muito forte para a venda de produtos na atualidade. Desse modo, os influenciados digitais passaram a ser usados ​​pelas empresa com o intuito de propagar e causar boa impressão sobre seus produtos. Assim, ao ver um vídeo nas plataformas digitais sobre determinado produto, o jovem, ou qualquer que seja o internauta, usa a análise feita como fator chave no momento da compra.

Em segundo plano, vale ressaltar que os “influencers” muitas vezes são usados como modelos de vida pelos internautas. Com isso, as ideias e as atitudes transmitidas por eles nos meios de comunicação passam a serem exemplo para seus seguidores, influenciando no seu comportamento e estilo de vida. Dessa maneira, o caráter do jovem e do adolescente vai sendo moldado de acordo com os exemplos que ele segue, o que resulta na formação jovens valorosos, mas também em péssimos cidadãos.

Fica claro, portanto, que os influenciadores tem poder de persuadir os jovens brasileiros. Por isso, é de responsabilidade dos consumidores que realizem pesquisas bem a fundo sobre os produtos desejados, para que não sejam enganados por falsas propagandas e comprem com segurança. Outrossim, cabe aos pais e responsáveis ​​que fiscalizem o que é consumido por seus dependentes nas plataformas online, com a ideia de disponibilizar apenas conteúdos de boa qualidade para eles. Com isso, espera-se alcançar a formação de jovens de bom caráter e de consumidores não alienados as massas e a “indústria Cultural”.