O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens

Enviada em 25/03/2021

Um novo eixo profissional vem crescendo nos últimos anos graças a evolução da tecnologia comunicação, esse é o de influenciadores digitais, que por meio das redes sociais aplica o marketing de influência (marketing que usa pessoas que exercem influência). Entretanto por não existir regulamentarização pode causar consequências maléficas na vida dos jovens consumidores, quando uma informação for mal passada. Então esse problema deve ser solucionado, caso contrário denuncia manipulação social e falta de compromisso com consumidor.

Em primeiro instante se faz necessária a atenção ao momento presente, pois graças a evolução técnico-científica o Brasil e o mundo vivem em uma era extremamente conectada que implica diretamente no comportamento da sociedade, uma vez que a conduta pessoal se torna um reflexo do que abordado nas mídias sociais de indivíduos, como aborda o documentário “o dilema das redes” que mostra a capacidade que a mídia tem de moldar a personalidade baseado em estudos psicológicos. Logo percebe-se que a ferramenta acaba se tornando poderosa e visto que é baseada em seguidores e likes qualquer pessoa com um desses dois fatores abundantes se torna grandioso na área, com grande capacidade persuasiva Independente de ter ou não conteúdo bom para ser passado ou de ser ou não ser mal intencionado.

Em segundo plano é importante observar o funcionamento do trabalho do influenciador, que consiste em: ter público e mostrar o produto induzindo o consumo e estes podem ser os mais diversos pois só cabe ao influencer balancear a moral da publicidade, da abordagem e a quantidade de informações. Como por exemplo, os casos de blogueiras que recomendam o uso de um produto de clareamento a base de carvão ativado, que por sua vez é altamente criticado por dentistas pois corrompe os dentes a longo prazo causando danos irreversíveis, informação que n é passada, e muitos dos influeces ainda possuem lentes que deixam os dentes mais brancos, mas para vender o produto afirmam que é efeito do carvão, o que denuncia uma falta de responsabilidade com o consumidor.

Dada a relevância social da problematica cabe ao ministério da comunicação regulamentar o trabalho dos influenciadores. Em paralelo o ministério da educação deve fornecer cursos onlines gratuitos, com função de focar na moral do trabalho e justiça de consumo, assim evitar a maioria dos deslizes, em apoio outras mídias devem valorizar e difundir os influências que fizeram o curso. Já para evitar a manipulação e alienação ONGs podem oferecer palestras sobre responsabilidade online e consumo de conteúdo vizando a informação dos jovens sobre consumo online diverso, fora que a família deve fiscalizar o consumo e quando perceber sintomas de danos deve intervir.