O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens

Enviada em 23/08/2021

O meio digital tem cada vez mais impactado nosso dia a dia, uma vez que o tempo todo somos bombardeados por informações, notícias, proprogandas mostrando o que deveríamos ou não consumir. Em detrimento desse avanço surpreendente do mundo globalizado e consequentemente do crescimento do marketing digital, surgiu os influencers, os quais para os jovens atuais tem trago malefícios maiores do que temos consciência, podemos citar entre eles um maior número de adolescentes consumistas e um indíce ainda maior de depressão entre os mesmos.

Antes de tudo, é crucial entendermos qual a proposta dos influenciadores digitais e nesse seguimento, primeiramente, vale ressaltar que são diversos tipos de abordagens que eles podem seguir, sendo a mais comum aquela em que famoso se expõe em midias sociais demonstrando a veracidade de algum produto ou marca e persuadindo aqueles que estão assistindo a comprar. Outros, trazem opiniões sobre determinado assunto incentivando o público a pensar igual. Tendo tudo isso em mente, é inegável a tamanha importância que essa profissão tem tomado na vida, principalmente, dos jovens, que estão a maior parte do tempo imersos na internet.

Pesquisas, como da empresa YouPix, apontam que 90% dos adolescentes compram produtos por influencia, mesmo que não aja precisão daquele objeto, mostrando que a sociedade está se tornando compulsiva quando se trata de compra. Não obstante a isso, devido as fotos as quais retratam fama, luxo, viagens postadas no Instagram pelos influenciadores, a parcela juvenil tende a desencadear depressão e ansiedade severa, achando que suas vidas nunca serão parecidas com esse cenário.

Em suma, como vimos ao decorrer desse texto, essa infoxicação causada pelo meio virtual tem gerado um sério problema relacionado a saúde mental e a ilusão de querer algo. E, como proposta de intervenção, se vê necessário a implementação obrigatória, pelo Ministério da Educação, nas escolas públicas e particulares, de cursos sobre autoconhecimento, inteligência socioemocional e palestras sobre a ação da internet sobre nós, visando diminuir o impacto que os influencers têm sobre o comportamento desse público, sobretudo menor que 18 anos e construir uma imagem sólida de quem eles mesmos são. Além disso, é imprescíndivel que empresas como o Instagram e o Facebook, alertem as pessoas que trabalham com a rede social que utilizem de seus perfis para publicarem mensagens importantes, com verdadeiro propósito social para então, dessa forma, persuadir os adolescentes de uma maneira positiva e não apenas visando dinheiro para as marcas e seus produtos.