O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens

Enviada em 31/08/2021

O ser humano sempre está buscando meios alternativos para conduzir uma vivência mais simplificada, ou seja, modos de fácil acesso. Relativo a isso, em 1969, deu-se a criação da internet, visto que, mais tarde se tornaria uma ferramenta crucial para o desenvolvimento da globalização. Desse modo, a perpectiva do that tal fato ocorreria no mundo, é perceptível no hordieno. Dessa forma, uma proporção que tornou-se um tanto assunto, já que, por intermédio das redes sociais a influência social no âmbito digital eleva-se cada vez mais, e conseqüente a isso, há impactos positivos e negativos que devem ser considerados e responsabilizados .

Em primeira análise, há, de certa forma, pontos positivos nótaveis nesse ambiente. Agora que tal forma, garante aos requisitos uma melhor notação do marketing mediante aos chamados influenciadores digitais - pessoas que fornecem informações sobre diversas coisas (varia desde produtos até lugares \ viagens) pelas suas próprias redes sociais e devido a um elevado alcançe atinge um público alto, que na maioria são jovens e diante disso garante a comercialização pela boa propaganda feita. Nesse viés, o filosófo inglês, John Locke, afirma que o ser humano é flexível e dessa maneira fácil de ser influênciado em relação ao outrém por uma retórica consistente. Por essa razão, é de suma importância a filtragem conteudista, isto é, ter por base influenciadores de carater promissor.

Ademais, uma falta de responsabilidade na divulgação de produtos, marcas e afins podem gerar uma péssima referência. Sendo assim, o grupo jovial, por ser um público mais conectado, ficam vulnéraveis a um ’’ bombardeio ’’ de comparações entre sua realidade e o modo de vida do ser influente, já que, esse está constamente exibindo a vida glamourosa, o corpo padrão e a extravagância em procedimentos estéticos para atingir uma perfeição utópica. Nesse contexto, o dilema das redes, documentário da Netflix, faz uma intensa análise sobre a negatividade do uso vicioso das mídias sociais, pois esse espaço digital não está apenas associado ao lazer e tampouco na automia de uso. Nessa ótica, muitos expõem falas enganosas para persuadir o telespectador a extravagar em produtos que prometem uma beleza surreal.

Por fim, é essencial uma boa proposta para amenizar a problemática do assunto abordado. Sendo assim, as escolas devem instruir o infantojuvenil, por meio de especialistas tecnológicos e psicológos a  maneira correta de usar as mídias sociais, como, também, mostrar que cada um tem sua beleza singular com objetivo de reduzir comparações nocivas dadas pela internet, para que, assim, a geração Z desenvolva uma mentalidade lúcida e autômona sobre o mundo virtual.