O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens
Enviada em 02/07/2022
O influenciador digital Manarinno, apresenta materiais didáticos na plataforma “Youtube” de forma gratuita para uma alta gama de estudantes, na qual utilizam eles para engrandecer o conhecimento teórico. Contudo, no contexto hodierno brasileiro, essa utopia é escassa e, com isso, o alastramento de conteúdos improdutivos é preeminente. Dessa forma, é fato que o vício nas redes sociais, bem como a influência no estilo de vida, são entraves para acabar com o problema.
Em primeira análise, a presença não monitorada dos jovens no que tange ao uso descontrolado das mídias socias é a causa principal do imbróglio. No filme “Até Que A Sorte Nos Separe 3”, Faustino, personagem principal da trama, não consegue retirar seu filho do computador, o qual fica sendo lapidado pelos influenciadores digitais. Fora do cinema, esse contexto é presente na sociedade, na qual as crianças são lesadas pelo contato excessivo com as tecnologias e, consequentemente, colocam em risco a formação estudantil, afetando, assim, a capacidade de concentração e de retenção do conhecimento adquirido. Dessarte, é necessário novos comportamentos sociais dos jovens para acabar com o problema.
Ademais, os influenciadores digitais deturpam o estilo de vida das crianças. Sobre isso, o rapper e músico SID disse, em uma entrevista para o “PodCast PodePah”, que parou de usar substâncias ilícitas por conta da reverberação de seus atos proibidos na comunidade jovem. Desse modo, é notório que as crianças, principalmente as que moram nas periferias, são facilmente aliciadas pelos influenciadores, o que corrobora a entrada no cenário ilícito, visto que são manipuladas pelos eco de mensagens positivas sobre tais atos impuros. Diante disso, a formação dos jovens é prejudicada em relação ao futuro profissional, pois desprezam os estudos para seguir ensinamentos maléficos de influenciadores.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o problema. É dever do Ministério da Cidadania, a proliferação de ações conscientizadoras sobre a deturpação dos influenciadores digitais, tais como palestras e cartazes conteúdistas nas escolas, por meio de investimentos públicos, com o fito de aprimorar a formação social dos jovens. Assim, é de se esperar um futuro utópico.