O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens

Enviada em 27/04/2023

Na Constituição Federal de 1988, é expresso que a educação é um dever dos pais, da família e do Estado. Todavia, isso não tem sido cumprido devido aos impactos decorrentes da influência de personalidades digitais na formação de crianças e jovens, tornando-se um evento nocivo para eles. Dessa forma, as causas desse fato são a indução para a compra e a imitação dos hábitos do influencer. Consequentemente, é necessária a elaboração de medidas estatais para o combate disso.

Nessa perspectiva, o filósofo da Antiguidade Clássica, Sócrates, foi sentenciado à

pena de morte por lecionar a juventude a fatos considerados deturpados sobre a análise do corpo social da época. Entretanto, na atualidade, o público infantil deixa de ser instruído por pensadores capacitados para tal ato, como era naquele contexto, para serem informados por pessoas das quais não possuem formação para isso. Logo, essa questão leva a publicidade infantil, repetição de ações inseguras entre outros fatores.

Além disso, nos últimos anos, a ferramenta digital “Tik Tok” tem sido responsável

pela disseminação de vídeos de “dancinhas” por parte de contas ativas na rede. No entanto, esses conteúdos podem influenciar que crianças a se sexualizem em busca de “views” e “likes”, uma vez que as músicas utilizadas neles possuem apelo sexual. Por isso, há a necessidade que o Estado se responsabilize pela segurança desse público na internet.

Portanto, infere-se que é dever do Ministério da Educação, por ser responsável pela formação cidadã da população em parceria com os veículos midiáticos, elaborar programas de conscientização sobre os impactos dos influenciadores. Sendo assim, por intermédio de palestras em ambientes acadêmicos, tendo em vista, cumprir com a Declaração dos Direitos Humanos.