O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens

Enviada em 01/05/2023

A popular serie Supergirl (Warner Bros) retrata, durante sua quinta temporada um cenário futurista onde pessoas adentram em realidades virtuais através de lentes. Embora ficcional, pode-se estabelecer um paralelo com a realidade do mundo tecnológico atual, o qual está cada vez mais coordenado pelas interações entre pessoas dentro desse meio e que influenciam a realidade, como é possível ver no impacto causado pelos influenciadores digitais, especialmente nos jovens. Dessa forma, urge analisar não somente o papel do consumismo nessa relação, como também os resultados do impacto dos chamados influencers ao indivíduo.

Nesta perspectiva, é valido destacar o desejo de consumo desnecessário como uma motivação para o desenvolvimento do novo posto de trabalho moderno em questão, e consequentemente a intervenção desses profissionais na população jovem brasileira, Isso se dá pela alienação do indivíduo como previsto pelo filosofo Karl Marx, dado que as grandes organizações remuneram esses especialistas no digital para expor e persuadir o consumidor a seus produtos e os manipulam a adquiri-los mesmo sem conveniência, é onde se encontra a problemática, com a criação de uma sociedade alienada aos interesses corporativos.

Por conseguinte, é relevante ressaltar os malefícios da manipulação dos profissionais das redes sociais sobre os imberbes individualmente. Nesse sentido, pode-se constatar a importante fonte de informação a qual esse grupo é responsável, o que pode ocasionar na propagação de conhecimentos enganosos e/ou tendenciosos, e dessa forma, resultam na aceitação dos dados sem discernimento do real pela parte instigada da situação em pauta, e podem levar a consequência no aprendizado e na formação de opinião dos jovens.

Portanto, faz-se necessário ações para conter impactos do revés no Brasil. Para tanto, o Governo Federal, cuja função é conter a harmonia social, por meio do ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação em conjunto ao ministério da Educação devem aderir politicas publicas de regulamentação dos empregos digitais e educação dos jovens sobre como usufruir adequadamente da tecnologia, respectivamente a fim de prevenir consequências negativas, como as já citadas.