O impacto dos influenciadores digitais na formação dos jovens
Enviada em 19/09/2023
Ariana Huffington, uma colunista e escritora, disse: “Não se trata apenas de consumir conteúdo, mas de compartilhá-lo, repassá-lo e adicioná-lo”. Nos dias de hoje o que Ariana disse vem se comprovando, principalmente entre o público jovem que faz grande uso da internet e costuma enviar o que consome para outros. Assim, os influenciadores digitais são ouvidos, vistos e realmente influenciam. Essa influência afeta muito o crescimento dos públicos chamados de “geração Z e Alfa”. Nesse sentido, fatores como superexposição nas redes e padrões irreais de beleza devem ser analisados.
Primeiramente, é válido ressaltar que grande parte desses trabalhadores das redes sociais tem como objetivo proporcionar esperança e incentivo aos jovens. Entretanto, se inspirando neles muitos jovens procuram ter uma vida semelhante e acabam se espondo e até correndo riscos na segurança e privacidade de sua vida. Crimes digitais são muito frequentes, de acordo com o site G1 e em dados da SERASA Experian, cerca de 4 milhões em 2021 envolvendo perfis hackeados. Por isso a segurança dos dados das crianças e adolescentes deve ser tão presada, para que não sejam pegos e que ao receberem essa influência estejam cientes.
Ademais, vale salientar que é divulgado um padrão de corpo e felicidade baseado em cirurgias e dinheiro. Por conta disso muitos tentam alcançar objetivos inatingíveis, diminuir a alimentação e se ver como ser deformado é algo normal. Sabrina Oliveira uma profissional Coaching afirma, “O adolescente pode ser uma presa fácil de digital influencers… Neurologicamente ainda não há capacidade de discernir entre o que é genuíno e o que é manipulado". Logo se faz necessário a atenção para esse campo, que influência na crença dos seres sobre eles mesmos basedo em uma ideologia de padronização.
Pode-se inferir que medidas sejam tomadas. Logo, torna-se necessário que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) levem projetos de mais leis para a proteção dos jovens que usam as redes sociais. Uma vez que traria conforto e tranquilidade aos próprios usuários e pais. Além disso, por meio da privatização de acessos e proteção virtual contra influenciadores que esbajam “perfeição” proporcionar atividades onlines saudaveis para essas gerações.