O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 09/09/2019
Sob a ótica do advogado Emídio Silva Falcão Brasileiro, a boa alimentação é regrada por um princípio básico, que é nada em excesso. Sendo assim, nota-se que, no Brasil, o impacto dos alimentos ultraprocessados no padrão alimentar é um grave problema social, devido, não só ao excesso de consumo dos alimentos altamente calóricos, como também ao desenvolvimento de doenças, quando ingeridas em exagero.
Convém ressaltar, em princípio, que o abuso com as refeições de elevado teor calórico é determinante para ir de encontro a essa nutrição brasileira, porque, cada vez mais, as comidas saudáveis são trocadas pelas industrializadas, sendo estas auxiliadoras da obesidade. Segundo o Ministério da Saúde, “16% dos brasileiros substituem o almoço ou o jantar pou um lanche sete vezes na semana”. Além disso, “15% das crianças brasileiras com idades entre 5 e 9 anos estão obesas”.
Outro ponto relevante é que essa sustentabilidade dos brasileiros com comidas de grande nível calórico influencia diretamente a geração de hipertensão. Conforme com a estimativa do Ministério da Saúde, “30% da população brasileira têm pressão alta”. Isso ocorre porque os brasileiros levam uma vida sem controle na alimentação, principalmente, a industrializada que, na maioria dos casos, são prejudiciais à saúde.
Portanto, o Ministério da Saúde deveria investir em projetos sociais alimentares por meio das suas verbas, a fim de reeducar e orientar os receptores da importância da boa alimentação e os impactos causados pelo sustento das refeições ultraprocessados, uma vez que o povo mudou suas preferências culinárias. Dessa forma, seria possível fazer com que as pessoas dos projetos sejam alertadas e, gradativamente, os índices de hipertensão e outras doenças originadas por esses alimentos sejam erradicadas.