O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 04/09/2019

Por consequência de grandes tecnologias que surgiram durante as três revoluções industriais, houve o surgimento e por conseguinte o aumento de alimentos industrializados visando maior durabilidade e praticidade na vida dos cidadãos. Contudo, tal hábito deve ser regularizado para que o consumo desacerbado de tais suprimentos não cause maiores danos à saúde humana.

Em primeiro plano, é necessário ressaltar que, segundo a Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), as vendas de ultraprocessados cresceu em todo o mundo, especificamente no Brasil onde o crescimento anual é de 2,1%. Diante de tal dado, é necessário medidas precativas para que haja a redução da demanda desses alimentos, visto que o seu consumo precoce desempenhou um papel no aumento abdominal em crianças e adultos.

Outrossim, está inserido no direito humano a alimentação adequada, uma vez que está inerte à qualidade de vida. Caso haja uma frequente ingestão desses alimentos o corpo irá carecer de nutrientes, fibras e aminoácidos essenciais, visto que a tabela nutricional dos ultraprocessados não fornecem tais benéficos. Ademais, a praticidade de compra e venda desses produtos, pelo baixo custo e altos índices de condimentos que facilitam a aquisição e aumentam a durabilidade, fazem com que seu consumo seja cada vez maior.

Portanto, é mister que o Estado tome providências acerca de tal assunto. Para a conscientização da população brasileira a respeito do problema, urge que o Ministério da Saúde concomitante com o Ministério da Educação realizem projetos em escolas, por meio de profissionais capacitados,  como palestras sobre os danos à saúde que esses alimentos industrializados causam e também a inserção desse assunto na grade curricular junto a biologia. Além disso, é necessário medidas como uma maior tributação e restrições de comercialização de ultraprocessados, para, assim, desencorajar o consumo.