O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 05/09/2019
No filme americano “Consumed” é retratado um drama vivido por uma mãe ao descobrir que seu filho está doente, devido alimentação com produtos transgênicos. Nesse sentido, o enredo foca em Sofhie, mãe do garoto doente, que busca de maneira incessante a causa da doença em seu filho. Fora de ficção, é fato que a realidade vivida pela mãe pode se correlacionar com a natureza vivenciada pelas pessoas quanto a sua alimentação, a população cada vez mais investe em alimentos industrializados, que por sua vez contém em sua essência muitos conservantes que podem ser prejudiciais e tóxicos a saúde. Não obstante, fatores que levam esse quadro geralmente é: a falta de tempo para buscar algo saudável, e que por sua vez acaba por influenciar aqueles “Fast Foods”, causa disso certamente se dá pelo fato de que o brasileiro não ter a cultura de visitar nutricionista periodicamente.
Em primeira análise, em suma, é importante ressaltar que as pessoas desde crianças são bombardeadas com propagandas irresistíveis desses “Fast Foods” e por sua vez até com esse alimento a sua nutrição. Consoante o dramaturgo irlandês George Shaw “não existe amor mais sincero do que aquele pela comida”, o problema é quando essas comidas atraentes de processados, envolve muitos conservantes e produtos químicos o que acaba por ser prejudicial à saúde.
Por conseguinte, ao examinar o espectro social observa-se a tendência a permanência do problema, pois pouco é visto socialmente no âmbito educacional para que seja solucionado e quando existe alguma proposta interventiva, é de praxe, pouco eficiente. Recentemente o estudo publicado pelo jornal científico Apetitte revelou que abandonar alimentos ultraprocesssados pode ter efeito semelhante à drogas narco viciantes, como o álcool e tabaco, o que os cientistas recomendam para quem quer parar de comer esses alimentos é, diminuição periódica desses produtos ultraprocessados.
Mediante aos fatos elencados, é dever do governo federal promover medidas que atenue o quadro atual vigente. Para conscientização da população brasileira a respeito do problema, urge que o Ministério da Educação e Cultura, por meio de verbas governamentais, campanhas midiáticas nas redes sociais que detalhe os efeitos prévios e a longo prazo do consumo de alimentos ultraprocessados na sociedade, e que nem essas ferramentas sociais comporte telefones e links que direciona o usuário para sites mais específicos onde ele possa se orientar melhor sobre novos padrões de alimentação. Somente assim, será possível combater essa doença do presente no cotidiano e da mesma forma do filme “Consumed”.