O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 12/09/2019

Promulgada pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos uma alimentação de qualidade e o bem estar social. No entanto, atualmente, os ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro impossibilita que uma parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Visto que esses alimentos estão presentes no dia-a-dia de muitos, cabe avaliar os impactos que causam nos brasileiros.

Primeiramente,nota-se grande aumento na busca dos alimentos ultra-processados,isso se dá pelo consumismo excessivo incentivado pelas grandes indústrias.Com o objetivo de vender cada vez mais,as marcas oferecem produtos práticos, de simples preparo e, também, prontos para consumo. Vale lembrar que nos dias agitados dos brasileiros, a busca pela praticidade é um hábito. Inegavelmente o governo precisa incentivar as pessoas a buscar melhor qualidade de vida através de uma alimentação adequada e balanceada, pois, os ultraprocessados consumidos em excesso, elevam a taxa de açúcar no sangue causando a hiperglicemia, podendo levar a uma diabete.

Em segunda análise, parte da população não tem conhecimento sobre os prejuízos causados na saúde por esses alimentos, consumindo, assim, os produtos sem receio. Além disso, outra parcela da população não têm condições financeiras para melhorar seus Hábitos alimentares,restando, como única opção, alimentos com muitos conservantes,adição de açucares e sódio em excesso.Muitas vezes a busca por alimentos naturais são uma fraude;muitos deles são transgênicos, ou seja, recebem modificações em seu DNA para resistir aos ataques da natureza em seu plantio, como insetos, por exemplo. Por consequência o consumo de moléculas artificiais também se torna maior.

Portanto, cabe ao Ministério da Saúde informar sobre os impactos que os alimentos ultraprocessados causam na saúde dos indivíduos que os consomem, por meio de palestras em locais públicos, como teatros e quadras, propagandas em rede aberta, realizadas por profissionais qualificados, por exemplo, nutricionistas; a fim de dar soluções à população brasileira sobre os melhores alimentos para a saúde e quais devem ser evitados. Cabe, também, ao estado fiscalizar plantações e fornecer alimentos dignos de uma alimentação saudável à população, e taxa reduzida de agrotóxicos e transgênicos.  Dessa forma, o padrão alimentar brasileiro melhorará e o direito universal da alimentação de qualidade se encontrará na prática.