O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 01/10/2019

O advento da Revolução Técnico Científica ocorrida no final do Século XX, trouxe grandes inovações alimentícias para benefício da população. Entretanto, hodiernamente, no Brasil, vê-se que tal intuito não se concretiza tendo em vista o surgimento de alimentos maléficos à saúde humana, seja por causarem doenças, seja por induzirem o consumo excessivo. Diante disso, convém a análise das principais causas e possíveis soluções para o problema.

Em primeira análise, é necessário pontuar os ultraprocessados como causadores de patologias na sociedade. Dessa forma, conforme um estudo da Universidade de Paris, que mostrou que a ocorrência de problemas cardíacos foi 17% maior em quem consumia tias alimentos acima da média. Sob essa ótica, o crescimento vigente do consumo exacerbado desses produtos traz por consequência um aumento no número de doenças presentes na população. Logo, comprova-se a importância de um rearranjo na regulamentação de tais comidas.

Outrossim, destaca-se a alimentação excessiva em ultraprocessados como impulsionador do problema. Além do resultado maléfico à saúde humana, esses alimento propiciam a indução a um consumo constante e vicioso, trazendo um panorama mais crítico de suas consequências para a sociedade. Tais fatos se concretizam em estudos do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, que monitoraram um crescimento exponencial em tais produtos. Destarte, verifica-se a necessidade de uma conscientização sobre o consumo dessas comidas.

Diante dos fatos supracitados, medidas devem ser adotadas para solucionar o impasse. Portanto, cabe ao Ministério da Saúde efetivar medidas para redução de alimentos maléficos à saúde humana, por meio da instauração de uma regulamentação mais rigorosa, a fim de amenizar a presença dessas comidas no território nacional. Além disso, incumbe à mídia, grande influenciadora da população, promover conscientizações socioeducativas sobre os efeitos do consumo exacerbado de alimentos ultraprocessados, por intermédio do Rádio e da TV, com o intuito de amenizar a consumo da população sobre tais produtos. Só assim pode-se atingir o objetivo da Revolução Técnico Científica.