O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 02/11/2019

A alimentação é um meio de saúde.

Desde a Revolução Industrial, o consumo, o padrão de vida e, consequentemente, os hábitos se transformaram. Cada vez mais, com menor disponibilidade de tempo, os brasileiros aderiram à comidas já prontas ou de fácil preparo. Entretanto, a obesidade e a desnutrição são problemas da atual sociedade urbana. Cabe, então, uma avaliação deste cenário.

Com certeza uma das maiores consequências da ingestão de alimentos ultraprocessados, cuja composição leva ingredientes em excesso como açúcar, sal  e até mesmo substâncias produzidas em laboratório, é a obesidade. Este distúrbio alimentar, oriundo, por vezes, da ansiedade, gerada pelos novos meios de trabalho,  e da falta de tempo para preparo da alimentação, causa e acarreta problemas como, hipertensão, diabetes e até mesmo problemas cardiovasculares, uma das maiores causas de morte no Brasil.

Neste cenário, ocorre também a desnutrição. Estes alimentos ultraprocessados não possuem quantidade ideais de nutrientes como ferrado, zinco, potássio, vitamina e proteína. A escassez destes componentes acarreta problemas para manutenção e desenvolvimento saudável do organismo e metabolismo humano. Por causa da alimentação insuficiente deste nutrientes, doenças como anemia e até infecções como pneumonia, se tornam recorrentes nos cidadães brasileiros.

Portanto, é de suma importância que o Ministério da Saúde promova programas educacionais explicando e demostrando as consequências da obesidade, além de fomentar, através de palestras, o consumo de alimentos tradicionais como arroz e feijão. É de bom tom, que o Ministério dos Esporte, viabilize programas de atividades físicas mais inclusivas, de melhor acesso, como academias ao ar livre e academias comunitárias. Assim, o Brasil conseguirá diminuir as consequências de uma alimentação incorreta.