O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 19/02/2020
O documentário da Netflix, “What The Health”, demostra os malefícios que a alimentação, feita com o consumo de ultraprocessados, pode acarretar na saúde dos indivíduos. No Brasil, a questão do consumo crescente, por parte da população, apresenta-se como um caso preocupante. O risco de saúde pública, bem como o aumento nos índices de obesidade nacionais, estão entre os impasses oriundos da má alimentação.
A priori, é imprescindível destacar a relação existente entre o aumento de doenças cardiovasculares, atrelado ao consumo exacerbado de ultraprocessados. A produção desses alimentos infere na utilização de inúmeros conservantes e, por consequência, sua ingestão afeta principalmente no padrão de saúde. De acordo com uma pesquisa feita pela Usp - Universidade de São Paulo - essa alimentação favorece cerca de 15% o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Em decorrência disso, nota-se que a sociedade brasileira está, evidentemente, gerando riscos a própria saúde, com essa forma de nutrição.
Outrossim, nota-se que uma das grandes preocupações globais, se refletem a epidemia de obesidade. Com a criação dos ultraprocessados, o padrão alimentar transfigurou, abrangendo alimentos de paladar atrativos sobretudo, com altas taxas calóricas. Em vista disso, a preferência por esses alimentos tornou-se usual e, as taxas de obesidade no Brasil, aumentaram paulatinamente. Como consequência, as buscas pelo setor da saúde no Brasil expandiram.
Em vista do exposto, é evidente os malefícios oriundos do consumo de ultraprocessados. Logo, portanto, é necessária uma maior fiscalização nos rótulos desses produtos, feita pelo Ministério da Agricultura, com a finalidade de diminuir teores maléficos no produto. Esse processo, deve então, assegurar uma alimentação mais segura aos consumidores e promover a diminuição do caso de doenças, bem como também diminuir os níveis de obesidade.