O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 20/03/2020

“A saúde não está na forma física, mas sim na forma de se alimentar”. A frase do médico e nutrólogo Lair Ribeiro torna-se muito pertinente para quebrar tabus sobre a saúde pessoal. Sob esse cenário, impactos da padronização alimentar brasileira em relação aos produtos ultraprocessados trazem inúmeras consequências negativas para a sociedade, como por exemplo, o aumento da obesidade e a doenças cardiovasculares.

Em primeiro plano, cabe destacar que uma má alimentação consiste em uma dieta carente de ingestão de frutas, verduras, legumes, cereais e grãos, além de ter um consumo excessivo de gorduras, sódio e açúcar. Sob essas condições, doenças de coração, como ataques cardíacos e pressão alta são mais propicias a acontecerem. Com isso, a ingestão de produtos industrializados facilita para esse quadro, podendo ter como consequência óbitos.

Outrossim, no programa “Quilos Mortais” é mostrada a realidade de pessoas com pesos mórbidos e seu estilo deplorável de vida. Por isso, deve-se ressaltar, também, que os produtos ultraprocessados têm como composição conservantes químicos, que corroboram para o aumento do número de casos de obesidade e aumento de peso. Dessa forma, gera uma maior dependência de remédios para a saúde e de familiares no cotidiano do indivíduo.

Desarte, medidas que visam os impactos dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro são emergentes. Assim, o Ministério da Saúde deve criar campanhas de reeducação alimentar para a população, através de campanhas públicas e projetos sociais, para que pessoas com hábitos de comer produtos industrializados se conscientizem para que não haja um futuro em risco pela frente, e por fim, entender a mensagem do dr Lair Ribeiro.