O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 07/05/2020

A plantação familiar fora a base alimentícia das primeiras civilizações. Mais adiante, com o estopim da Globalização aliado à Indústria 4.0, o crescimento exponencial da população interviu, diretamente, sob a demanda alimentar em prol da mudança de rotina que ambas trouxeram - mais tempo fora das próprias residências e aptidão à tecnologia. Hodiernamente, a rede fast-food opta o uso excessivo de conservantes nos alimentos empacotados para a garantia de durabilidade, entretanto o consumo brasileiro desta inovação gera acréscimo da obesidade e de doenças cardiovasculares.

Antes de mais nada, o corpo humano necessita de porções energéticas para manter-se em funcionamento. Os nutrientes que estão presentes em lanches, tipo fast-food, contêm gorduras e emulsificantes, posto que sobrepõe a massa lipídica e decresce as funções vitais. De maneira análoga, no documentário “A dieta do palhaço” é retratado o estudo corporal ao ingerir refeições rápidas num cidadão saudável, cujo resultados principais são fadiga e cansaço, devido ao aumento do tecido adiposo. Como desdobramento, as vitaminas essenciais escassas convergem na falência de energia, por isso são primordiais mudanças na rotina, a fim de viver saudável e ativo.

Além disso, os componentes excessivos que estão presentes, como o sal e o açúcar são perigosos para a saúde. O aumento da pressão arterial, taquicardia e acidente vascular cerebral são os principais efeitos de rotinas que não possuem prática de exercícios, visto que, de acordo com o “G1.com”, de 2019, doenças cardiovasculares são as principais causas de morte no Brasil. Nesse cenário, a má alimentação reflete para as futuras gerações, uma vez que o hábito dos praticantes passam para a juventude, sendo assim, nesse mundo globalizado é útil atentar-se ao consumidor inconsciente.

Alimentos naturais, portanto, devem ser elevados ao público. O Ministério da Saúde, em parceria com instituições nutricionais, podem promover em redes comunicativas a importância de obtenção de fontes saudáveis aliado com a prática de exercícios físicos. Para, assim, ocorrer a diminuição de obesos e doenças cardíacas no país e crescer a busca por saúde a fim de excluir a rotina fast-food imposta pela indústria 4.0.