O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 31/05/2020

Há algum tempo, a preocupação da humanidade era conseguir técnicas de produzirem alimentos em maiores escalas. Atualmente, conseguimos produzir mais comidas como os ultraprocessados, porém, suas qualidades nutritivas são questionáveis. Por esse fato, é preciso analisar o comportamento das pessoas em relação a sua alimentação e suas consequências.

Primeiramente, a falta de uma educação alimentar colabora para que alimentos ultraprocessados entrem na dieta dos brasileiros. Com a correria do cotidiano as pessoas passaram a buscar alimentos mais “rápidos” para serem consumidos e, dessa forma, esses alimentos mega processados estão inseridos em seus cardápios; a prova disso é a matéria do El País que mostra que o Brasil está entre os países que mais consomem “Fast food” no mundo.

Por consequência, esses alimentos ultraprocessados são altamente pobres em nutrientes e assim, acaba colaborando com problemas de saúdes para  os seus consumidores. A obesidade vem se tornando um problema comum não só no mundo, como também no Brasil. De acordo com o G1, o Brasil, infelizmente, vem se aproximando dos EUA em quantidades de pessoas com obesidade e, tal fato se dar pelo consumo desses alimentos pobres de nutrientes, ricos em sódio e gordura para que possam passar mais tempo conservados.

Urge, portanto, que para evitar o consumo desses alimentos é necessário informar e educar a população. O Ministério da Saúde deve investir em propaganda para conscientizar as pessoas sobre os riscos do consumo desses alimentos ultraprocessados; não só por meio de comerciais curtos sinalizando os riscos do consumo de tal alimento, mas também por advertências nas embalagens que informarão os problemas que esses alimentos poderão causar, assim como é feito com os cigarros. Juntamente a isso, o MEC deve investir em campanhas nas escolas para promover uma educação alimentar aos jovens por meio de debates em sala de aula.