O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 16/05/2020
O processamento de alimentos são etapas que os alteram físico, químico e biologicamente antes do preparo culinário. Com a evolução tecnológica da indústria alimentícia e com seus conhecimentos desenvolvidos, essa manipulação têm sido usada de maneira viciosa, com o fim no lucro. Esses produtos são cada vez mais consumidos no Brasil. Assim, cabe analisar os impactos deles na população e propor medidas aos problemas levantados.
Primeiramente, os gêneros, contendo muitos aditivos químicos, causam problemas à saúde física e criam dependência. Componentes como: gorduras, sais e açúcares são excessivamente usados para conservar, e é fato que podem causar doenças, como diabetes, obesidade e hipertensão. Além disso, substâncias como o glutamato monossódico, que servem para dar um gosto melhor, viciam o paladar, segundo uma reportagem do site A Gazeta. Dessa maneira, evitar grandes porções desses compostos é essencial ao bem estar.
Em segunda análise, é conveniente citar a frase, traduzida ao português, do poeta romano Juvenal: " Mente sã em corpo são “, pois ela simboliza que ambas partes humanas estão interligadas e são interdependentes. Isso se evidencia na nutrição, pois comidas ultraprocessadas podem causar danos mentais ao consumidor. Evidência disso é a pesquisa da UFF (universidade federal fluminense), a qual revelou que atraso, apatia e baixa interação social são efeitos da carência nutricional. Assim, o psicológico das pessoas depende diretamente da dieta adotada.
Portanto, medidas são necessárias para reduzir os impactos desses alimentos na população. Por isso, cabe ao Ministério da Saúde estimular o consumo de produtos saudáveis pelas pessoas. Isso será realizado por meio de benefícios às empresas que criem alternativas de melhor valor nutricional e de sabores iguais ou superiores, como sobremesas, e de preços acessíveis graças ao subsídio estatal.