O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 20/05/2020
De acordo com uma estudante de Pós-graduação em Enfermagem da UFMG, a epidemia de obesidade está relacionada, ao baixo valor dos alimentos ultraprocessados. Visto que, o excesso de ingestão desses tipos de alimentos é decorrente da falta de informação. Entretanto, a falta de informação e excessividade de alimentos “malígnos”, causa extremos problemas de saúde.
Primeiramente, é importante ressaltar que a excessividade de alimentos ultraprocessados, presentes nas moradias, é causada pela falta de informação. Indubitavelmente, uma consulta nutricional se torna muito caro, facilitando a compra de alimentos mais práticos e acessíveis. Portanto, alguns especialistas na área da saúde alimentar, usam suas redes sociais para a divulgação de dicas e motivações para alimentação melhor, mas nem toda a população possui acesso ou se interessam pelo assunto.
Por consequência, muitas doenças são diagnosticadas pelo uso excessivo de “porcarias”, como câncer, diabetes, hipertensão, problemas cardiovasculares, entre outros. Além disso, a população brasileira não possui a mínima ideia do que contém nesses alimentos, para ficar conservado por tanto tempo fora da geladeira. Sem dúvida, esses ultraprocessados possuem extrema quantidade de conservantes, sal, açúcar e gordura, sendo os alimentos mais prejudiciais para a saúde.
Considerando os aspectos mencionados, é necessário o desenvolvimento de métodos para reverter essa situação. O governo, deve investir em um quadro que se chamaria-“NUTRISUSVIDASAUDÁVEL”. Portanto, seria um programa com duração de aproximadamente três meses, com profissionais capacitados e recém-formados na área da saúde alimentar, trabalhando gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS). Com o intuito de conscientizar a importância da alimentação e a insignificância de alimentos ricos em gorduras. Só assim seremos uma sociedade consciente e com o fim da epidemia de obesidade.