O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 02/06/2020

Efeito Cascata

O programa americano “Kilos Mortais”, retrata a vida repleta de alimentos ultraprocessados de pessoas, que por fim, acabam não só ultrapassando a linha da obesidade como também, desenvolvendo problemas de saúde.

Atualmente no Brasil a produção e o consumo de alimentos industralizados está em constante crescimento. Tudo se deve por uma rotina de má alimentação, que gera problemas na saúde brasileira.

Primordialmente, nos países asiáticos, as práticas de uma alimentação cultural levam à redução de consumo de alimentos processados, sendo exemplo para outros países. Esse exemplo esta longe de ser seguido pelo povo brasileiro, uma vez que, no Brasil, mais que 93% da população opta por comprar alimentos ultraprocessados, como mostra a última pesquisa realizada em 2018 pelo site Datafolha.

Por consequência, a ingestão de alimentos ultraprocessados traz uma sobra energética calórica e pouca nutrição ao organismo, potencializando efeitos que causam diabetes, obesidade e hipertensão. Dados publicados pelo site do G1 mostram que mais de 89% da população brasileira obesa assume querer mudar a forma de alimentação, mas não ter recursos financeiros o suficiente para consultas.

Portanto, se faz necessário que medidas tomadas. De modo a diminuir o consumo de alimentos ultraprocessados deve criado pelo Ministério da Saúde, um cartão de um acesso mensal gratuito da população ao nutricionista da prefeitura de sua cidade, para que o cidadão tenha um acompanhamento na sua alimentação, não só para que reduza o consumo de alimentos ultraprocessados, mas também, para que tenha uma melhora em sua saúde. Tudo isso por meio de um projeto entregue à câmara com finalidade de frear os impactos dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.