O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 05/10/2020
O sociólogo Émille Durkheim afirma que a sociedade funciona como um corpo biológico, no qual todos os seres estão integrados. Nesse contexto, desde a inserção dos ultraprocessados no cotidiano do brasileiro, a funcionalidade do corpo biológico vêm sendo comprometida. Dessa forma, são consequências da ingestão de tais alimentos, os problemas à saúde e mudanças no padrão de vida, e medidas que mudem a realidade são essenciais.
A priori, cabe salientar que o alto consumo de ultraprocessados pode desencadear doenças crônicas nos indivíduos, que frequentemente aderem a esse tipo de alimentação. Nesse ínterim, pode-se citar como exemplo a obesidade, que pode trazer comorbidades, como a hipertensão e diabetes, proporcionando um risco à saúde dos brasileiros. Não obstante, fica nítido que, apesar de um grande risco para a população, poucos alertas sobre a temática são feitos, o que pode aumentar a dimensão desse problema.
A posteriori, além do grande risco que oferece para a saúde, o alto consumo de ultraprocessados muda o padrão de vida do brasileiro, substituindo comidas típicas ou saudáveis por alimentos ricos em conservantes. Ademais, o ritmo também diminui, a frequência de exercícios praticados acaba reduzindo, e os indivíduos acabam desestimulados para atividades. Nesse prisma, o site do G1 afirma que tais alimentos mudam o comportamento e modo de vida dos brasileiros.
Destarte, infere-se que a alimentação brasileira deve mudar. Dessa forma, é necessário que as prefeituras instaurem campanhas em praças com médicos e nutricionistas, que expliquem os riscos e doenças que surgem de alimentação com ultraprocessados, esclarecendo a população. Outrossim, cabe a Mídia, por meio de propagandas televisivas e na internet, instigar a prática de exercícios físicos e uma população mais ativa, melhorando o padrão brasileiro. Nessa lógica, o brasileiro será longevo e saudável, melhorando o corpo biológico.