O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 27/07/2020

Com a popularização dos Fast Foods no século XXI, o consumo de ultraprocessados aumentou consideravelmente. Porém, esse crescimento trouxe mais prejuízos do que benefícios para a população, já que ampliou diversos problemas de saúde, entre eles: a obesidade e a subnutrição,  que atuam principalmente sobre a camada jovem. Logo, são problemas que precisam ser controlados brevemente para não afetar negativamente a qualidade de vida da sociedade.

Primeiramente, é necessário ressaltar que com a crescente presença de alimentos com excesso de sódio e açúcar no mercado, também chamados de ultraprocessados; a saúde e a massa corporal de seus consumidores estão sendo afetadas.  Isto é, cada vez mais notam-se no país pessoas com obesidade, que por conta do excesso de peso, sedentarismo e especificamente alimentação não saudável, têm maior propensão de obter hipertensão. Inclusive, essa situação já foi confirmada  pelo Ministério da Saúde, que estimou que  70% dos homens e 61% das mulheres que possuem essa doença, são obesos. Por isso, é preciso que haja mudanças na base alimentar, para prevenir maiores problematizações.

Ademais, a ingestão de ultraprocessados não oferece valores nutritivos suficientes para suprir as necessidades diárias, mas por serem tão baratos; de fácil manuseio e populares, são grandes atrativos para os jovens, que ao consumir o produto frequentemente, provocam um desfalque em seu crescimento; entrando possivelmente em uma condição de subnutrição. Além disso, mesmo que se manifeste de formas diferentes, geram malefícios parecidos, como  foi atestado pela médica Cintia Rios que afirmou que a falta de nutrientes também leva a obtenção de doenças como a hipertensão. Conclui-se então que de qualquer maneira o consumo de ultraprocessados apenas dificulta a existência humana e sua longevidade.

Portanto, urge que o governo, por meio de investimentos na saúde, contrate nutricionistas que atuarão em escolas e  planejarão as dietas adequadas para cada estudante, diminuindo assim as chances de obesidade e subnutrição na juventude. Além de direcionar verbas para a realização de propagandas, que circularão por todos os veículos de comunicação e alertarão os riscos da ingestão de ultraprocessados, o que servirá de incentivo para diminuição do consumo desses produtos. Tudo isso com a finalidade de reduzir os problemas de saúde trazidos por esses alimentos.