O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 29/07/2020
O Capitalismo visa estimular o consumo, e a indústria alimentícia é uma das armas desse sistema. Seu objetivo é produzir aquilo que atrairá mais compradores, sem se preocupar com os danos causados à saúde humana, um exemplo disso é a produção dos alimentos ultraprocessados. Esses alimentos ao serem inseridos no padrão alimentar brasileiro gera impactos à saúde dos cidadãos, contribuindo no surgimento de doenças e diminuindo a expectativa de vida.
A princípio, o hábito de consumir comida ultraprocessada no Brasil ocasiona o aparecimento de doenças. Esse tipo de alimento é rico em óleo, gordura, açúcar e sal, que quando ingerido constantemente é prejudicial ao corpo. De acordo com o site “abcfarma’’, o consumo em grande quantidade de ultraprocessados favorece o surgimento de doenças no coração, diabetes e diversos tipos de câncer. Ou seja, quanto mais os brasileiros consumirem essas comidas, maior será os danos causados à saúde dos cidadãos do país.
Por conseguinte, o aumento de doenças devido a inserção dos ultraprocessados na alimentação brasileira diminui a expectativa de vida. O organismo necessita de nutrientes provenientes de vegetais e/ou animais para seu funcionamento, e os alimentos industrialmente processados não fornecem o que ele precisa. Um estudo francês realizado em fevereiro de 2019 divulgou que consumidores frequentes desses alimentos tem chances de morrerem mais cedo. Sendo assim, ao comer frequentemente alimentos que não fornecem todos os nutrientes ao corpo o indivíduo torna-se propício a desenvolver doenças que podem ser fatais.
Portanto, para diminuir os impactos causados por ultraprocessados na alimentação dos brasileiros o Ministério da Saúde deve promover a educação alimentar, por meio de palestras em redes públicas e privadas, como escolas, destacando as consequências de uma má alimentação, com a finalidade de diminuir casos de doenças, e assim, impedir a diminuição da expectativa de vida