O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 29/07/2020
Pesquisadores da Universidade Sorbonne, em Paris, apontam a possibilidade dos alimentos ultraprocessados terem algum tipo de ligação com câncer e ao mesmo tempo, a taxa de obesidade aumenta devido a correria do dia a dia, junto a isso o surgimento de várias doenças.
Em primeira análise, com a aplicação de questionários chegara a conclusão que a maioria dos participantes baseia-se em mulheres de meia-idade. Cerca de 18% da dieta dos participantes era composta de comidas ultraprocessadas. De cada 10 mil pessoas por ano, 79 são identificadas com câncer. A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), mostra que cresceram por volta de 17,5% entre 2009 e 2019, a venda de alimentos ultraprocessados.
Segundo, Fabio da Silva Gomes, assessor regional em Nutrição da OPAS, “estamos observando o início de uma epidemia de consumo de alimentos ultraprocessados”. Em outras palavras, o aumento da obesidade cresceu cerca de 11,8%, segundo estudos a partir da edição mais recente da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), do IBGE. Certamente, as doenças tal como; diabetes, hipertensão, colesterol alto, problemas cardiovasculares, também está ligada a esse tipo de alimentação.
Desse modo, a prática de atividades física entre os brasileiros aumentou aproximadamente 38% de 2009 a 2018. Em 2011, o Ministério da Saúde lançou o Programa Academia de Saúde, com o intuito de incentivar a prática de atividades físicas, reduzindo as doenças relacionadas ao sedentarismo. O aumento de 15,5%, na mudança de hábitos alimentares dos brasileiros, como é recomendada pela Organização Mundial da Saúde, o consumo de frutas e hortaliças. A redução de alguns produtos ultraprocessados cresceu bastante nos últimos 10 anos. Com a prática de atividades físicas, redução de alimentos ultraprocessados e as mudanças nos hábitos alimentares, chegamos a conclusão que na última década, os brasileiros se conscientizaram nessas práticas e passaram a incluir na sua rotina.