O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 21/08/2020
Hordienamente, há uma grande escala de consumo de alimentos ultraprocessados que veio como uma ideia de baratear as refeições. No entanto, suas composições nutricionais alteradas prejudicam a saúde de seus conumidores. Ademais, é notável que afetam diretamente a saúde da população. Pensando nisso, medidas devem ser tomadas.
Em primeiro lugar, como já citado, alimentos ultraprocessados possuem altos níveis de sódio, açucar e gordura, assim, podem levar a doenças crônicas como: diabete e hipertensão. Entretanto, é um produto muito requisitado pela sua facilidade, possuindo um preparo mais rápido e é justamente por sua facilidade que há uma grande procura por esses alimentos em mercados. Além disso, de acordo com a gastróloga Rita Lobo, a escolha por ultraprocessados distancia os consumidores do bom hábito de cozinhar com ingredientes frescos.
Em segunda análise, o novo relatório “Alimentos e bebidas ultraprocessados na América Latina: vendas, fontes, perfis de nutrientes e implicações”, o segundo do tipo publicado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), mostra que as vendas de alimentos e bebidas ultraprocessados cresceram 8,3% entre 2009 e 2014, o último ano com dados disponíveis, e prevê que aumentaram 9,2% de 2014 a 2019.
Em síntese, é evidente que mudanças são necessárias. Nesse sentido, é cabível ao Ministério da saúde providenciar palestras com o intuito de alertar sobre as consequências da má alimentação. Além disso, também é necessário a disponibilização de cartazes com alimentos nutritivos para toda a população fazendo com que assim todos tenham acesso a informação, e futuramente, o consumo de alimentos ultraprocessados diminua.