O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 17/08/2020

Com o avanço da raça humana, iniciou-se o processo de conserva de alimentos. Antigamente, usava-se o sal para se conservar a carne por exemplo, entretanto nos dias atuais, surgem os alimentos ultraprocessados, que tem a proposta de ter uma demasiada duração. Assim, permitindo que os seres humanos possam consumi-los de forma reservada à intempéries. Conquanto, tais comidas são nocivas à alimentação, e tornam-se cada vez mais presentes no cotidiano. Nessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.

Hodiernamente, por ser um país demasiadamente globalizado, o Brasil tornou-se influenciado pelas grandes corporações e indústrias para o consumo dos fast foods e dos ultraprocessados. Segundo o Artigo publicado no Vol. VI/ 1998 da Revista Cadernos de Debate, “…o feijão, a farinha de mandioca, o arroz e a farinha de milho, os alimentos mais tradicionais na dieta do brasileiro, têm tido uma redução em seu consumo. Os novos produtos alimentares, criados pela indústria, tem conquistado um público crescente, principalmente nos grandes centros onde também o fastfood é uma realidade para milhões de brasileiros.”. Diante do exposto, é passível de entendimento que pela influência das grandes indústrias, com seu marketing, o consumo destes produtos aumenta, e substitui a alimentação saudável. Deste modo, tornando-se hábito na vida de alguns cidadãos, em sua maioria em centros urbanos.

Ademais, vale-se salientar, além do marketing influenciador, a cultura de aversão ao que se é saudável e benéfico para o planeta. Segundo o físico teórico Albert Einsten, “Nada beneficiará mais a saúde humana e aumentará mais as chances de sobrevivência da vida na Terra quanto a evolução para uma dieta vegetariana”. Sendo assim, fica claro que a mudança de hábitos alimentares, quando praticada corretamente é, para todos, um meio de amenizar para a procura de ultraprocessados e produtos nocivos aos seres humanos e meio ambiente.

Portanto, indubitavelmente medidas são necessárias para resolver esse problema. Dessa maneira, é imprescindível que com a coadjuvação dos Ministérios da Saúde e da Agricultura, o Ministério da Educação, por meio de implementações em suas escolas vise a reeducação alimentar de sua população, com palestras e aulas didáticas de nutricionistas, os quais seriam indicados pelo próprio Ministério da Saúde. Desta forma, o Brasil iria superar vários entraves não somente na ingestão de ultraprocessados, mas sim em todos os padrões de consumo e produção do país.