O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 17/08/2020

Os produtos de conservas, nomeados também como produtos industrializados surgiu na metade do século XXVIII, com o intuito de produzir alimentos de boa qualidade com o mesmo gosto para os soldados que estavam na guerra. Consoante, na contemporaneidade não é diferente, as pessoas ainda consumem esses alimentos por ter um gosto bom e passar dias conservados. O problema é que ao decorrer do tempo, os brasileiros passaram a desenvolver maus hábitos em relação a alimentação, desencadeando o uso ultrapassado desses alimentos industrializados em seus cardápios, que consumidos exageradamente podem causar diversos tipos de doenças.

Em primeira análise a difusão de tais mantimentos cresce no país por seu baixo custo e praticidade,no entanto,os riscos para a saúde também se elevam.Acerca disso,no ano de 2019,o pesquisador Kevin Hall,conduziu estudos que comprovam a relação de tais comidas prontas para consumo com aumento no nível de obesidade e sensação de insaciedade.Sob essa perspectiva,é notório que a substituição constante de refeições caseiras por manufaturadas é um habito o qual, ao longo prazo, pode ser patológico para corpo do cidadão brasileiro. Logo, a praticidade gera graves consequências.

Vale ressaltar se a passividade da população diante das imposições midiáticas. Isso acontece porque, de acordo com a Escola de Frankfurt, os meios de comunicação utilizam das artes para controlar o agir e o pensar das pessoas. Sob esse viés, evidencia-se tal controle, por meio das propagandas realizadas pelas grandes redes de “fast food”, na qual mostra as pessoas sorridentes e animadas consumidos alimentos com alto teor calórico. Desse modo, fica claro, como, a passividade, faz o consumo desses produtos aumentar, uma vez que, essa prática é sinônimo de felicidade.

Assim, as medidas exequíveis são necessárias para conter essa problemática. Logo, compete ao Ministério da Saúde, principal órgão que rege os investimentos nesse setor, promover propagandas, por meio da televisão, rádio e das redes sociais, acerca dos perigos de consumir excessivamente produtos industrializados, a fim de incentivar mudanças no padrão alimentar brasileiro.