O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 18/08/2020
A famosa frase em inglês, “an apple a day keeps the doctor away”, diz que o consumo diário de maças mantém o médico longe, ainda que, a frase esteja correta, a realidade é diferente. Visto que, o alto consumo de ultraprocessados é presente no cotidiano do brasileiro, deve ser discutido de alguma forma, já que seus impactos são pouco questionados e podem causar diversos problemas de saúde, como diabetes, hipertensão e obesidade.
Neste contexto, é importante saber classificar um ultraprocessado, sendo eles, produtos com período de conservação maior devido a produtos e componentes químicos utilizados para sua produção. Assim sendo, é fácil encontrar os problemas do ultrapocessado, por mais que sua base seja composta pelo ingrediente orgânico, a quantidade de ingredientes transgênicos e compostos químicos utilizados são superiores, ambos podendo ser prejudicais.
Ademais, estes produtos são de fácil acesso e muitas vezes mais comuns do que a “melhor opção”, alguns exemplos de ultraprocessados comuns nas casas brasileiras são os salgadinhos, bolachas e macarrões instantâneos. Por isso, o número de casos de obesidade atingiu o maior índice dos últimos anos, segundo uma pesquisa do ministério de saúde brasileiro, feita em 2019. Sabendo disso, é compreensível a ligação do fácil acesso aos produtos prejudiciais ao aumento no casos de obesidade que ocorrem recentemente.
Portanto, é de suma importância a valorização de produtos naturais e orgânicos, para isso, escolas, mercados, e produtores locais, com parceria do ministério de saúde, devem fazer uma campanha pró produtos orgânicos, mostrando suas qualidades e os malefícios dos ultraprocessados, desta forma, o consumo de produtos transgênicos, ultraprocessados e prejudiciais poderam ser gradualmente excluídos da rotina brasileira.