O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 21/08/2020

Uma das grandes revoluções da indústria alimentícia, por volta do século XIX, com o refinamento da farinha e do açúcar, deu início a fabricação dos alimentos conhecidos como ultraprocessados. Esse tipo de alimento, por conta de ser muito mais prático e barato do que a preparação de alimentos naturais, acabou entrando facilmente nos hábitos alimentares dos brasileiros, o que pode ser prejudicial para muitos.

A maioria desses alimentos, por conta do uso exacerbado de conservantes, podem ficar dias, até semanas, sem estragar. Esse fato, torna mais prática a vida de pessoas que usam, ao máximo, o tempo de seus dias para cumprir obrigações. Assim sendo, uma das alternativas encontradas pelas indústrias para substituir os conservantes artificiais, foi a utilização de sais, açúcares e gorduras, que em excesso, prejudica muito a saúde das pessoas.

Juntamente a isso, o benzoato de sódio e a glutamina monossódica são substâncias utilizadas para realçar o sabor dos alimentos. Essas substâncias causam excitação das papilas gustativas da língua, enganando o cérebro e gerando vícios alimentares a alimentos com mais açúcares, gorduras e, pior, alimentos com mais glutamina. Consequentemente, o excesso dessas substâncias pode causar desde alergias e problemas gástricos, a doenças mais graves, como câncer e problemas no sistema nervoso, de acordo com o site Namu.

Portanto, para alcançar uma dieta menos viada e mais saudável, é necessário a reeducação alimentar por meio de campanhas, como a “Descasque mais, desembale menos”. Essa campanha visa propagar a mensagem de que alimentos naturais são mais benéficos do que alimentos ultraprocessados. Desse modo, gerações futuras serão acostumadas com padrões alimentares menos maléficos.