O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 20/08/2020
O consumo de alimentos ultraprocessados, ou seja, alimentos que são produzidos com uma certa adição de sal, açúcar, óleos e até mesmo substâncias sintetizadas em laboratório, fazem parte da dieta de boa parte da população. O aumento desse consumo, porém, vêm preocupando grande parte dos pesquisadores e nutricionistas, por apresentarem sérios riscos à saúde e o bem-estar dos cidadãos.
Primeiramente, O frequente consumo de alimentos ultraprocessados como biscoitos, salgadinhos e refrigerantes pode acarretar diversos problemas de saúde na população, como ganho de peso, diabetes, hipertensão e até mesmo aumentar a chance de doenças cardiovasculares. Isso se deve às diversas modificações que ocorrem em sua composição nutricional, o que acaba tornando o produto maléfico a saúde.
Além disso, uma pesquisa publicada pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), mostra que as vendas de alimentos e bebidas ultraprocessados cresceram 8,3% entre 2009 e 2014, e a previsão era de um aumento de 9,2% de 2014 a 2019. Bem como, o Brasil possui a 34.ª posição da venda per capita de alimentos e bebidas ultraprocessados no ranking mundial. O que causa um grande impacto na alimentação e na saúde dos brasileiros.
Contudo, é de extrema importância adoção de medidas para controlar e diminuir o consumo desses alimentos ultraprocessados, sendo assim, cabe a população uma modificação em seu cardápio, optando por alimentos mais saudáveis e benéficos a sua saúde, também cabe ao Governo incentivos como, palestras sobre a importância da alimentação saudável como também diminuir o preço desses alimentos reduzindo assim o consumo e consequente dano à saúde.