O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 26/08/2020
Os nutrientes são de total importância para o melhor funcionamento do organismo. A partir dele, obtemos energia para realizar as funções como metabolismo e movimentos. Portanto, o que consome-se deve obter uma boa qualidade, para que assim o corpo o absorva e realize suas funções normalmente. A partir disso, cria-se a necessidade do conhecimento dos impactos dos ultra-processados na saúde, que podem não ser a melhor fonte de adquirir nutrientes e, até mesmo, causar danos ao corpo.
O programa “Você é o Que Você Come”, exibido pelo H&H, é um exemplo de como os alimentos saudáveis podem mudar a vida de um indivíduo. Nos episódios, os participantes mudam sua alimentação, feita com aconselhamento médico, e optam por alimentos ricos e orgânicos para que consigam um tratamento para seus problemas, como os dermatológicos por exemplo. A partir disso, muitos casos conseguem ser amenizados e até mesmo curados. Portanto, os efeitos de uma alimentação saudável são plausíveis, e apresentam uma melhor reação do corpo do que os ultraprocessados, muito frequentes nas antigas alimentações dos participantes.
Além da baixa qualidade nutricional, outro problema é causado pelos ultra-processados, a obesidade. Visto que tais alimentos possuem alto teor de açúcar, óleos, sal, gordura e entre outros, o organismo do indivíduo que o consome pode desencadear diversas reações, como o ganho de peso de forma exagerada. Tal aspecto é predisposto metabolicamente, porém, os alimentos ultra-processados podem acelerar o processo. Contudo, pessoas consideradas magras também podem sofrer consequências em sua saúde, pois seu corpo também absorve esses malefícios, apenas não os deixa evidente. Portanto, o conhecimento nutricional deve ser tão importante quanto o físico que aprendemos na escola, pois são complementares.
Em suma, manter-se distante dos ultra-processados é de fato a melhor opção para a saúde. Aulas de nutrição devem ser incluídas na grade escolar, a partir do ministério da educação, para que aja em conjunto com a educação física, assim fazendo as futuras gerações conscientes do que consomem e da melhor opção para seu corpo. Além disso, a divulgação dos malefícios deve ser maior, com propagandas criadas a partir do ministério da saúde, e divulgadas em grandes mídias televisivas e digitais, para que toda a população tenha acesso aos dados e se informe, para que assim evite maiores complicações à saúde.