O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 27/08/2020
Com a Revolução industrial, no século XVIII, muitas indústrias alimentícias passaram a aderir novas formas de satisfazer as necessidades humanas. Contudo, os produtos ultraprocessados começaram a ganhar espaço no cardápio alimentício de muitos, embora seja uma coisas prática, onde na sociedade moderna o tempo é pouco. Esses tipos de alimentos geram consequências negativas, como a obesidade e doenças cardiovasculares. Nas últimas décadas, os índices de obesidade explodiram em todo o mundo, acompanhados pelo aumento nos casos de doenças crônicas (diabetes, hipertensão, câncer). No Brasil, o Ministério da Saúde estima que três em cada quatro mortes estejam associadas a essas enfermidades, causadas também por outros fatores, como tabagismo, álcool e inatividade física.
“Luz demais cega. Água demais afoga. O equilíbrio está no meio” essa frase proferida por José Celso trata a cerca do autocontrole. A maioria das doenças cardiovasculares são associadas pelo excesso de alimentos ultraprocessados ingeridos. Entretanto, há maneiras de evitar tanto esses alimentos maléficos quanto essas doenças mais graves.
Portanto, infere-se que o ministério da saúde em conjunto com estado, deve promover campanhas sobre os malefícios desses alimentos, por meio de palestras para o bem-estar da população. Escolas também devem acrescentar aulas a fim de falar sobre adversidades que vem disso. Dessa maneira os alimentos ultraprocessados causarão poucos danos à saúde.