O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 29/08/2020

Pode-se dizer que os impactos dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro são extremamente variados, como obesidade, hipertensão, síndrome metabólica, câncer de mama, alguns tumores, cólon irritável, asma, depressão, infarto e até mesmo acidente vascular cerebral.

Porém, mesmo com todos esses problemas, o consumo desses produtos tem aumentado gradativamente desde 1970, portanto, é importante analisar as motivações que levaram os brasileiros a adotar essa dieta.

Vale dar ênfase de que o modelo de ensino atual nas escolas brasileiras prioriza as matérias como matemática, geografia, entre outras. Ao contrário, a educação alimentar é ignorada. Portanto, de acordo pesquisas, apenas 12% da população brasileira conhece os malefícios dos alimentos industrializados. Desse modo, fica claro que a omissão das escolas sem dúvida contribuirá para aumentar o impacto dos produtos ultraprocessados.

Além disso, a mídia exerce um grande papel na sociedade, pois é ela que influencia a população tanto para o bem, quanto para o mal. Sob esse preconceito, esse controle pode ser percebido nas propagandas de “fast food”, onde elas mostram que pessoas sorridentes e animadas comem alimentos com alto teor calórico. Dessa forma, fica claro como a passividade pode aumentar o consumo desses produtos, pois essa prática é sinônimo de felicidade.

Por fim, para reduzir o impacto de tais alimentos ultraprocessados, deve haver a reformulação do modelo de ensino e incluir no ensino conhecimentos extracurriculares, como as questões nutricionais ditas anteriormente. Desse modo, especialistas podem fazer isso para que os alunos possam entender os efeitos desses alimentos e divulgá-los para demais. Além disso, a mídia tem a responsabilidade de ignorar os anúncios  de fast food e mostrar ao público as consequências de sua ingestão.