O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 31/08/2020
Atualmente o consumo de alimentos ultra processados é de grande escala, onde não há distinção desse consumo entre classes, porém classe média e classe alta são as que mais usufruem alimentos ultra processados, que devem ser consumidos em pouca quantidade por serem nutricionalmente desbalanceados.
É relevante abordar que nos grandes centros onde há o consumo exacerbado de fastfood e é uma realidade para muitos brasileiros, ou seja, é de fácil compreensão que a maioria da população opta par esses alimentos que possuem preços acessíveis, alta durabilidade/validade e são fáceis de consumir sem exigir muita habilidade culinária. No Brasil o preço dos alimentos ultra processados está relacionado à obesidade na população, não são alimentos caros e por serem ultra processados traz uma cracância e sabor diferente fazendo com que a cliente consuma cada vez mais.
O Sistema Único de Saúde (SUS) tem a lei n°8080 de 1990 onde no art.3° tem como fator determinante e condicionante a alimentação da população entre outros. É fornecido pelo SUS acompanhamento nutricional e educação alimentar, sendo infelizmente um sistema incapaz de suprir todas as necessidades da população. O tempo de espera para a consulta é irreal, sendo possível o acesso apenas tendo a necessidade extrema. O Ministério da Cidadania assegura que todo cidadão deve ter acesso a alimentação, atualmente se tornou algo vago, onde seria necessário uma reavaliação e intervenção vista que a maior parte da população se tornou obesa.
Dessa forma, é possível perceber que há uma necessidade da interferência do Ministério da Saúde para reforçar o compromisso de contribuir para o desenvolvimento de estratégias para a promoção e a realização do direito humano à alimentação adequada, o ideal também seria aumentar o custo dos alimentos ultraprocessados, assim reduziria o consumo e ajudaria significante a saúde alimentar.