O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 14/10/2020

O direito à alimentação, promulgado em 1988 na Constituição Federal  assegura que todos devem ter a alimentação adequada e saúdavel. No entanto, a venda de alimentos ultraprocessados se mostra um problema.     A princípio, é necessário avaliar como os alimentos ultraprocessados ganharam espaço no mercado alimentício, sendo o conceito principal a otimização de tempo e o baixo custo de comercialização. No filme, “Fome de Poder”, por exemplo, os personagens buscavam formas para inovar e impressionar os clientes na Crise de 29, que na época a bolsa de valores e todo o sistema financeiro entrou em colapso fazendo a economia americana se afundar e as pessoas se encontrarem à beira da fome. Desse modo, os irmãos Mc Donald identificaram que grande parte dos pedidos era apenas de três itens, e notaram que os alimentos que tinham conservantes o prazo de validade era maior, e seria mais atrativo para os consumidores por sua duração.          Em seguida, é relevante avaliar o vício que os alimentos ultraprocessados desenvolve nas pessoas, já que o elevado teor calórico ou ingredientes como o açúcar, têm potencial viciante similar ao de substâncias químicas que após o efeito faz com que a pessoa se sinta culpada por ter ingerido o alimento. Em posse dessa informação, é possível relacionar com a Compulsão Alimentar, que de acordo com a psicóloga Marta Thomen Bastardas é quando o indivíduo ingere grandes quantidades de comida durante curtos espaços e posteriormente, se sentem culpados.

Portanto, fica evidente a necessidade de combater os impactos dos ultraprocessados na alimentação dos brasileiros. Para tanto, é dever do Ministério da Saúde e do Ministério da Agricultura unir forças para diminuir os preços dos alimentos in natura e de alimentos minimamente processados, oferecendo créditos para os agricultores que participarem da proposta e assim permitir que mais pessoas possam ter acesso à alimentação saudável, sem gastar muito e substituir os alimentos ultraprocessados do padrão alimentar.

A princípio, é necessário avaliar como os alimentos ultraprocessados ganharam espaço no mercado alimentício, sendo o conceito principal a otimização de tempo e o baixo custo de comercialização. No filme, “Fome de Poder”, por exemplo, os personagens buscavam formas para inovar e impressionar os clientes na Crise de 29, que na época a bolsa de valores e todo o sistema financeiro entrou em colapso fazendo a economia americana se afundar e as pessoas se encontrarem à beira da fome. Desse modo, os irmãos Mc Donald identificaram que grande parte dos pedidos era apenas de três itens, e notaram que os alimentos que tinham conservantes o prazo de validade era maior, e seria mais atrativo para os consumidores por sua duração.

Em seguida, é relevante avaliar o vício que os alimentos ultraprocessados desenvolve nas pessoas, já que o elevado teor calórico ou ingredientes como o açúcar, têm potencial viciante similar ao de substâncias químicas que após o efeito faz com que a pessoa se sinta culpada por ter ingerido o alimento. Em posse dessa informação, é possível relacionar com a Compulsão Alimentar, que de acordo com a psicóloga Marta Thomen Bastardas é quando o indivíduo ingere grandes quantidades de comida durante curtos espaços e posteriormente, se sentem culpados.

Portanto, fica evidente a necessidade de combater os impactos dos ultraprocessados na alimentação dos brasileiros. Para tanto, é dever do Ministério da Saúde e do Ministério da Agricultura unir forças para diminuir os preços dos alimentos in natura e de alimentos minimamente processados, oferecendo créditos para os agricultores que participarem da proposta e assim permitir que mais pessoas possam ter acesso à alimentação saudável, sem gastar muito para substituir os alimentos ultraprocessados do padrão alimentar.