O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 18/10/2020
Em séculos passados, a alimentação era extremamente diferente do que é hoje. Os povos viviam a base de caça e pesca, e como ainda não existia eletricidade e nem geladeira, era um grande desafio para conservar os alimentos. No entanto, hoje está totalmente mudado, tendo os meios de conservação e diversos alimentos ultraprocessados e industrializados.
Com a globalização, diversas técnicas foram desenvolvidas a fim de conservar os alimentos fabricados com vários ingredientes ,como o sal, açúcar, óleos e gorduras. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cerca de um quinto (19,7%) da população brasileira com dez ou mais anos de idade consomem esses ultraprocessados. Eles são bastante ofensivos a saúde, podendo ter um maior risco cardiometabólico - principalmente pelo desenvolvimento da síndrome metabólica, sobrepeso e a redução de colesterol do tipo HDL.
Por outro lado, os alimentos industrializados oferecem uma certa facilidade para o consumidor. As pessoas, no atual momento, vivem uma vida corrida, e esses alimentos, na maioria das vezes já vêm prontos para o consumo, tendo apenas que esquentar ou pôr no microondas, sendo simples e rápido, além de durar um bom tempo guardado se comparados aos demais alimentos.
Levando-se em consideração esses aspectos, torna-se necessário, portanto que as autoridades governamentais façam que cada escola tenha a presença de uma nutricionista para auxiliar na alimentação das crianças e adolescentes, para que futuramente não haja adultos obesos. É de grande relevância que o Governo Federal oriente a humanidade com dicas de alimentos saudáveis através de panfletos e propagandas, a fim de manter todos com uma alimentação correta e sadia.