O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 22/11/2020
A alimentação industrializada se baseia nos processo globais, diante do consumo em excesso, desencadeando uma série de problemas com a saúde humana. De maneira geral, a relevância dos meios de comunicação, leva o brasileiros adotar hábitos menos saudável no dia a dia, levando a baixa expectativa de vida no futuro. Sendo assim, é preciso adotar certas medidas socioeducativas, para mudar esse cenário.
Primeiramente , é válido salientar dos processos relacionado ao alimentos ultraprocessados que progridem o ambiente urbano chegando primeiramente na vida das pessoas. Percebe, os tradicionais pratos como arroz e feijão, como parte da rotina, ser substituídos em grande frequência por outro tipo de alimento não saudáveis exemplo, lanches (Fast Food) e congelados prontos, facilitando o cotidiano da população, ao mesmo tempo o mau para a saúde do indivíduo. Prova desses fatos que comprova a falta da boa alimentação enriquecida nos pratos dos brasileiros, é através da fonte Agência de Notícias, cuja pesquisa releva o consumo de 80% de arroz, 72,8% em feijão, 48,7% de carne bovina, 27% em aves e 18,8% macarrão.
Em decorrência a esses fatores problemáticos que interferem a vida humana, a falta de práticas saudáveis são outros exemplos que evidência o verdadeiro caos da saúde das pessoas. Por um lado, a ausência de práticas nas redes de ensino e ambiente familiar adquirem um cardápio saudável, experiência vista regulamente, devido a presença massiva de alimentos ultraprocessados persistirem desde a infância até a maturidade, e a falta de anúncios frequentes do âmbito governamental e políticas de saúde que agem severamente no combate do consumo dos alimentos industrializados. Outro questão é o monitoramento e venda da parte do Ministério responsável na venda dos alimentos. Diante dessa perspectiva, é notória a presença de doenças crônicas como excesso de peso, câncer entre outras, persistirem na sociedade, levando a morte de milhares de brasileiros.
Portanto, cabe a necessidade dos órgãos público da saúde, trabalhando em conjunto com as redes de ensino e Avisa, progredindo no processo de educação alimentar e conscientização desde cedo, começando com o cardápio das crianças, ensinar desde cedo com lanches e comidas naturais, além desse hábito ser contínuo ao longo da vida. Também, a proposta das propagandas para a maioria do público evitar alimentos prontos. além de ser evitados através da alta de preços dos ultrapassados e baixa nos alimentos naturais, com objetivo de haver o consumo maior a esse, de modo que o processo de padrão alimentar seja o bem estar do brasileiro.