O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 07/01/2021
O alto consumo de ultraprocessados, entre brasileiros, tem crescido de modo significativo nos últimos tempos, sendo alvo de debate na sociedade. Desse modo, exemplos como a obesidade infantil e os péssimos hábitos aliementares, como os destacados no programa “Socorro! Meu filho come mal”, apresentado por Gabriela Kapim, tem sido recorrente nas casas brasileiras. Desta forma, evidenciando uma falha na passagem de valores familiares e no sistema educacional.
Apriori, convém salientar que a precariedade nas estruturas familiares e social tem sido um dos motivos que levam o exacerbado consumo de ultraprocessados. Segundo o filosofo Karl Marx “O homem é, em sua essência, produto do meio”. Com isso, a ingestão de aliementos industrializados e a falta de tempo para cozinhar dos responsáveis tem sido uma influências negativas que impulsiona o mercado de ultraprocessados.
Outrossim, é importante apontar que a escola é um local essencial para o desenvolviemento de bons habitos aliementares. De acordo com o escritor e filosofo Sêneca “A educação exige os mairores cuidados, porque influi sobre toda a vida”. Dessa maneira, é evidente a falha no sistema educacional, visto que, o excesso desses aliementos causam obesidade, diabetes, pressão alta, entre outras doenças.
Urge, portanto, a necessidade de combater a essa pratica persistente no cenário brasileiro. Dessa forma, é fundamental que o Ministério da Educação implemente palestras e aulas práticas, reunindo professores e nutricionistas. De maneira gratuita para pais e alunos, utilizando refeitórios das escolas, com a finalidade de ensinar sobre os malefícios dos ultraprocessados na rotina dos brasileiros. Assim, episódios como os documentados no programa acima não serão realidade no Brasil.