O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 20/05/2021

Diariamente, milhares de pessoas ingerem alimentos com alta industrialidade que, como consequência, acabam causando problemas para a saúde do próprio, problemas de pressão, cárdiacos, vasculares, diabetes, entre outras doenças crônicas.

Fatores como o tempo, a facilidade, o sabor e a variedade, acabam influenciando no momento de decidir sua alimentação. Os ultraprocessados acabam ganhando dos alimentos comuns nesses 4 requisitos, desse modo, a comunidade tem um olhar positivo a respeito. Porém, de um ponto de vista mais científico, é notório que, esse tipo de  alimentação não é nada saúdavel, podendo causar diversas doenças crônicas em quem é acostumado a se alimentar desse modo, entre os malefícios está o aumento da glicose no sangue  e de LDL (lipoproteínas de baixa densidade) no corpo.

Se nos faz tão mal, então por que processá-los?  O principal objetivo com a processação de alimentos, é aumentar seu tempo de duração, seu prazo de validade, para que seja possível estocá-los sem se preocupar. Entretanto, as pessoas esquecem de se alimentar corretamente e acabam se empanturrando de alimentos supercalóricos que são vendidos em praças, shoppings, mercados e até mesmo em lanchonetes de escolas, o que causa um grande aumento na porcentagem da obesidade infantil. De acordo com o IBGE os ultraprocessados estão ganhando cada vez mais espaço em até mesmo nossas casas, somando 18,4% das calorias adquiridas dentro de nossas moradias.

É de senso que, o consumo de ultraprocessados deve ser diminuído, uma das alternativas seria o aumento do preço desses alimentos pelo mercado, fazendo com que a população resista no momento da compra. Outro método é a cosncientização da comunidade por meio de mídias ou redes sociais para que não seja obrigada a cortar esse alimentos de sua vida, mas ter consciência de realizar uma refeição correta, com também legumes e vegetais, e que em excesso podem causar até fatalidades.