O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 24/05/2021
Segundo o Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia, os alimentos ultraprocessados correspondem a 18,4% das calorias disponíveis na alimentação do brasileiro. Nesse sentido, os ultraprocessados são maléficos, posto que possuem aditivos químicos como conservantes, que trazem impactos à saúde. Entre esses impactos, pode- se citar: o desenvolvimento de doenças e o risco de deficiência nutricional. Logo, ao visar o dado da Organização Mundial da Saúde e os impactos dos ultraprocessados percebem que o padrão alimentar brasileiro é um problema a ser resolvido no contexto atual.
Em primeira análise os alimentos ultraprocessados passam por técnicas e processamentos com alta quantidade de sal, açúcar, gorduras, realçadores de sabor e texturizantes. A partir disso vale ressaltar que o consumo excessivo favorece a obesidade, posto que promove a gordura de gordura, ou seja, a obesidade, a qual pode desenvolver outras doenças. Entre essas doenças estão: hipertensão, asma, apneia do sono e diabetes que podem até mesmo, levar á morte.
Em segundo análise como deficiências nutricionais são resultado da falta de nutrientes, como vitaminas e minerais, indispensáveis para a manutenção do metabolismo e o bom funcionamento de todo o corpo. A partir disso vale ressaltar que o excesso dos alimentos ultrapassados podem causar a falta das vitaminas e dos minerais.
Portante, com o objetivo de diminuir a quantidade de pessoas com a obesidade, cabe ao Ministério da Saúde criar campanhas incentivando as pessoas a consumir uma quantidade maior de produtos saudavéis e uma quantidade menor de produtos ultrapassados pois são maléficos a sáude. Ademais,