O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 20/05/2021
Tomando como princípio a frase de Sócrates “Não vivemos para comer, comemos para viver”, entende-se a importância da alimentaçao saudável e balanceada na vida do cidadão. Em contrapartida, a realidade da população brasileira é outra, já que o consumo de alimentos industrializados é predominante na vida dos brasileiros.
Em primeiro lugar, é válido citar que com o crescimento da economia nacional e da globalizaçao, decorreu no crescimento das indústrias alimentícias no mercado, aumentando as variedades de enlatados, por exemplo. Outrossim, grande parte das pessoas que optam pela alimentação ultraprocessada, usam como justificativa o fato de que geralmente, são refeições mais fáceis de encontrar, rápidas de serem preparadas e com um custo benefício menor. Mostrando isso em dados, uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), revelou que 50,5% da população brasileira consomem refeições industrializadas e fast food.
Em segunda instância, além dos alimentos ultraprocessados não possuírem nutrientes básicos para um bom funcionamento do corpo, a longo prazo eles favorecem o surgimento de doenças no coração, diabetes, inúmeros tipos de câncer, e diversas outras doenças causadas pela ausência de substâncias nutríticas. Ademais, enlatados, biscoitos, salgadinhos e outras diversas opções de fácil alcance, são fatores responsáveis para o aumento dos casos de obesidade no Brasil e no mundo.
Em resumo, para a resolução dessa problemática, cabe ao Ministério da Saúde dar suporte online com sugestões de cardápios saudáveis, ou ainda, auxiliar com propagandas incentivando, principalmente quem tem condições, a tirar um tempo para o preparo de alimentos naturais. Ou ainda, o Governo deve atuar com doações de cestas básicas mensais para famílias com condições mínimas, além de maior suporte médico para pessoas com distúrbios alimentares ou obesidade.