O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 20/05/2021
Estudos científicos e pesquisadores asseguram que a população brasileira tem substituído cada vez mais o consumo de alimentos naturais, atraídos, por diversas razões, por produtos processados e ultraprocessados. Os alimentos ultraprocessados são aqueles que passaram por maiores formulações industriais, e que por consequência podem, futuramente, trazer enfermidades aos seres humanos. Diante da escassez de estudos sobre o assunto e da gravidade dos impactos já comprovados desse hábito entre os brasileiros, é urgente a discussão e avaliação de seu do consumo, fatores e problemas que a ingestão desses alimentos pode trazer na vida de toda a sociedade.
Em primeira análise, um dos alimentos mais consumidos, no mundo todo, atualmente, são os “Fast Food”, um gênero de comidas que é preparada com rapidez e possui inúmeras calorias, açucares, entre outros componentes não benéficos à saúde humana. A falta de uma alimentação saudável constitui um dos principais fatores de risco para o excesso de peso. Além de ser um motivo que torna maior as chances do aumento da obesidade e doenças crônicas. No Brasil, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), 60,3% da população adulta pode ser classificada acima do peso. Nesse sentido, em prol da população do Brasil, urge uma ação conjunta entre as áreas de saúde, economia e educação.
Mesmo com as inúmeras evidências científicas que comprovam o mal que os produtos ultraprocessados podem gerar, esses alimentos continuam participando diariamente da dieta de milhares de brasileiros. Esse fato revela, entre outros, a hegemonia da mídia no incentivo ao consumo desses alimentos. De acordo com Steve Jobs, “A tecnologia move o mundo”, o que mostra como os meios digitais de comunicação têm enorme influência da mídia no cotidiano da população e têm dado mais abertura às indústrias ao acesso de publicidade desses produtos.
Portanto, em vista dos fatos mencionados, medidas devem ser tomadas para resolução dessa problemática. Logo, o Governo deve investir na criação de programas, de modo virtual, nas escolas, bem como em outras áreas das comunidades, que incentivem o consumo de alimentos mais naturais, para que as crianças e jovens cresçam sabendo da importância de uma alimentação adequada. Além do estimulo a estudos científicos, para que, no futuro, o conhecimento sobre esse tema e as orientações para uma vida mais saudável sejam cada vez mais ampliados.