O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 19/05/2021

A Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, garante a toda a pessoa um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar. Contudo o alto consumo de aliementos ultraprocessados na alimentação da população brasileira impede que eles desfrutem de tal garantia. Nesse sentido, percebe-se a presença de um grave problema, com causas específicas, devido ao almento do risco de doenças irreversíveis, e as crianças que crescem com estes alimentos na mesa.

Vale ressaltar a princípio, que a composição dos alimentos ultraprocessados contém a adição de muitos ingredientes como sal, açúcar, óleos, gorduras, entre outros, além de substâncias sintetizadas em laboratório a partir de alimentos e de outras fontes orgânicas como petróleo e carvão. Logo, devido  principalmente aos ingredientes e processos envolvidos nesses alimentos, o consumo execivo deles é uma das principais causas de doenças crônicas, como por exemplo, colesterol alto, diabetes, problemas cardiovasculares, obesidade e câncer.

Outrossim,  é necessário considerar que esse assunto passa despercebido entre os pais em questão as crianças.  Por certo, esse problema acontece por causa de não terem noção das consequências ou também para satisfazer as crianças quando elas não querem comer um vegetal ou fruta, assim apresentam o açúcar, o sal, gorduras para que possam parar de recusar a comida. Ademais, outro fator são os maus hábitos de consumir certos alimentos que vão passando de geração em geração e leva a obesidade. Essa situação mostra um grande descuido por parte da sociedade, que não se preocupa com a própria saúde ou a da familia e consome em excesso.

Portanto é preciso que o Estado tome providencias para amenizar o quadro atual. Para diminuir o impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro, urge que o Ministério da Saúde em colaboração com a mídia, por meio da criação de campanhas que informem a sociedade sobre os riscos de uma má alimentação e os princípios da nutrição equilibrada, distribuindo cartazes e panfletos com as informações pelas cidades. Alem disso,  é importante que instituições formadas de opiniã, possibilitem debates encorajando as crianças sobre a importância de ter uma boa alimentação.