O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 24/05/2021
As mídias, tanto televisivas quanto sociais, têm debatido um empecilho que vem afetando o país gradualmente: o impacto dos ultraprocessadores no padrão alimentar brasileiro. No Brasil, cada vez mais essa situação desconfortante está se tornando presente na sociedade, e os fatores contribuintes para que esse impasse se torne algo crítico é o que é acrescentado no alimento ultraprocessado, como a gordura, o açúcar e o sódio, aumentando o risco de doenças, como a obesidade, a diabete e o câncer. É um imbróglio que persiste na sociedade e deve ser mitigado.
A príncipio, é evidente o descontrole da problemática no país. Segundo a nutricionista e Doutora em Saúde Pública Renata Levy, o consumo de ultraprocessados é preocupante, pois esses produtos alimenticíos estão relacionadas a diversas doenças, como o câncer, a hipertensão, doença cardiovascular, inflamação da mucosa intestinal e asma em crianças.
Ademais, nessa pandemia, o consumo desses produtos têm aumentado cada vez mais. Os dados fazem parte do NutriNet Brasil, um estudo sobre alimentação e saúde que planeja acompanhar 200 mil pessoas em todo o território brasileiro por 10 anos e teve início em janeiro de 2020. O resultado inicial teve como base a coleta de dados de 10 mil participantes analisados entre 26 de janeiro e 15 de fevereiro e entre 10 e 19 de maio.
Sendo assim, algo há de se fazer para passar esse obstáculo. Dessa forma, o governo deve, por meio de leis e seguros, garantir a diminuição de ingredientes que contém gordura, visando amenizar a superficialização do alimento, fazendo com que ocorra refeições mais saudáveis. Somente dessa forma o país irá minimizar esse revés.