O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 18/05/2021

As mídias, tanto televisivas quanto sociais, têm mostrado com frequência que o Brasil sofre com inúmeros problemas relacionados aos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro. Os principais fatores que contribuem para essa problemática são à falta de informação e de políticas públicas. Por isso, medidas devem ser tomadas para resolver a situação.       Em primeiro lugar, é valido reconhecer como a ausência de informação nos produtos consumíveis limita a cidadania do indivíduo, que tem direito ao bem-estar social. Segundo Gilberto Dimenstein, apesar da Declaração Universal dos Direitos Humanos e de todos os modernos códigos legais que regem o país, o Brasil ainda é negligente quando o assunto é informar o conteúdo dos produtos. Logo, é substancial a mudança desse quadro.

Por conseguinte discussões importantes, como sobre à administração pública, tem ficado à margem das prioridade da população brasileira. Nesse viés, é controle social representa uma ferramenta indispensável para combater a omissão do governo frente ao problema. De acordo com o filósofo e sociólogo alemão Theodor Adormo a emancipação do cidadão deve partir da autonomia e da autorreflexão. Por conta disso, faz-se mister que o brasileiro se veja como parte integrante da comunidade em que vive, pois só assim será capaz de nela intervir.

Portanto, torna-se evidente, a urgência de medidas para alterar o cenário vigente. Dessa maneira, é dever do governo elaborar medidas para provocar a conscientização social, por meio de anúncios que demonstrem os danos que esses alimentos causam a saúde, mostrando a quantidade de químicos, gordura e outros componentes. Espera-se, dessa forma, que o impacto dos alimentos ultraprocessados diminua e se torne menos prejudicial à saúde.