O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 21/05/2021
A primeira lei de Newton (lei da inércia) afirma que todo corpo tende a permanecer em movimento, a menos que uma força atue sobre ele modificando o seu deslocamento. De Maneira análoga, quando se discute no Brasil sobre o impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro, observa-se a aplicação deste princípio, uma vez que diversas complicações, causadas principalmente pela negligência para com a saúde, permanecem sem mudança. Diante dessa perspectiva, devem ser analisadas as principais causas dessa problemática.
Num primeiro momento, é possível observar que pessoas que se alimentam com refeições mais balanceadas e ricas em nutrientes conseguem ser mais ativas, saudáveis e dispostas no dia a dia. Contudo, a maior parte dos indivíduos permanecem consumindo mantimentos enlatados e congelados que, como consequência, comprometem a saúde e o bem estar pessoal. Tal fato pode ser confirmado de a cordo com estudos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em que, em 2019, uma a cada quatro pessoas, com mais de 18 anos no Brasil, estava obesa. Sendo assim, é imprescindível que transformações nos costumes alimentares sejam feitas.
Ademais, é importante ressaltar que com o aumento dos índices de pessoas com hipertensão, diabetes e obesidade, caso não ocorram mudanças, maiores serão os gastos do Sistema Único de Saúde (SUS) e da população também. Segundo Confúcio, “O homem joga a sua saúde fora para conseguir dinheiro, depois, usa o dinheiro para reconquistá-la novamente”.
Portanto, indubitavelmente medidas são necessárias para resolver esse problema. Destarte, é necessário que o Governo Federal juntamente com o Ministério da Saúde realize palestras nas instituições de ensino, ministrada por nutricionistas e educadores físicos, acerca dos benefícios de uma boa alimentação, visando incentivar a busca por uma melhora de qualidade de vida que, como consequência, trará impactos positivos em todos os aspectos da vida dos indivíduos. Dessa forma, será possível promover uma diminuição no consumo de alimentos ultraprocessados na vida dos brasileiros.