O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 23/05/2021

Os ultraprocessados, alimentos feitos com ingredientes industriais e que possuem pouco ou nada de ingredientes naturais, cresceram muito no período de industrialização e continuam a crescer até os dias de hoje. Nos últimos anos, uma Organização Mundial da Saúde constatou que 50% da população de 144 países está sofrendo como consequências do consumo desse tipo de alimento, e o Brasil não está por fora. Essas consequências são problemas de saúde relacionado a uma má alimentação, como a obesidade e problemas cardíacos.

Em primeiro plano, os alimentos ultraprocessados ​​devem ser evitados por aumentarem o risco de obesidade. Segundo análises de pesquisas domiciliares realizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nos últimos 30 anos houve o aumento da frequência da obesidade e do excesso de peso em todas as classes sociais. Isso mostra que uma parte da população brasileira tem problemas decorrentes do excesso de peso como hipertensão e diabetes. Isso tudo por conta desses alimentos que possuem muitos ingredientes industrializados.

Ademais, a ingestão de produtos cardiovasculares juntamente com o risco maior de obesidade aumentam a possibilidade de doenças cardiovasculares. Segundo dados publicados pelo British Medical Journal (BMJ), foi feito um novo estudo, pesquisadores da USP, juntamente com outros países, participaram da análise avaliando pessoas de meia idade, eles tinham que fazer um calendário alimentar durante 2 anos. As comidas médias de seu grau de processamento, e os ultraprocessados ​​aumentaram o risco de terem alguma doença cardiovascular em 10%. Mostrando assim, a diferença que um alimento faz na qualidade de vida de uma pessoa.

Portanto, medidas devem ser apuradas para amenizar essa problemática. É necessário conscientizar a população brasileira sobre como correção de se alimentar dos ultraprocessados, essa ação seria feita por meio de comerciais e anúncios feitos pelo Ministério da Saúde. Tudo isso seria para evitar que mais pessoas corram risco de ter obesidade, doenças do coração, diabetes e muitos outros problemas trazidos por essas mercadorias.