O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

Enviada em 22/05/2021

No Brasil contemporâneo, discute-se sobre o impacto e cultura do consumo dos ultraprocessados na estrutura alimentar dos brasileiros. Além disso, é possível observar que a crescente industrialização na sociedade influenciou uma visão consumista e ansiosa, onde a alimentação precede ao estresse, causado por alimentos ricos em açucar e sódio. Portanto, é necessário o debate em instituições de ensino e pesquisa, a fim de, explicitar as consequências do consumos dos ultraporcessados.

Em primeira análise, vale-se ressaltar a origem dos processados, oriundos de periodos de industrialização e produção em larga escala para atender às necessidades da população. Ademais, esse fator  decorrente desde a década de 1930 com o governo do preseidente do Brasil, Getúlio Vargas, que centralizou parcelas significativas no cenário das indústria viabilizou o consumo de refrigerantes, biscoistos recheados e alimentos ricos em gorduras hidrogenadas, que são nocivos aos seres humanos,

Em segunda análise, estima-se que cerca de 16,7% da população do Brasil, segundo a OMS(Organização Mundial da Saúde) desenvolverá algum distúrbio alimentar ou doença, como diabetes, pressão alta, dores articulares por preferência a alimentos processados aos naturais e saudáveis. Consequentemente, a prática da alimentação de alimentos processados, têm efeitos na vida dos consumidores, que chegará num curto espaço de tempo, junto com a diminuição da expectativa de vida e problemas por insumos produzidos artificialmente.

É evidente, portanto, a necessidade de que o SUS (Sistema Único de Saúde) forneça palestras e atendimentos para a sociedade. Com o fim de, amenizar o problema, o Ministério da Saúde deve criar um planejamento alimentar geral para toda a população, com o auxíliio especialistas da área do bem-estar, como médicos, nutricionistas e professores alimentares, voltados a montar e acompanhar os brasileiros numa dieta mais limpa e natural para o corpo, assim, estabelecendo a cultura de  bons modos nutritivos, evitando, portanto, os ultraprocessados e industrializados.