O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.
Enviada em 23/05/2021
Muito se discute a respeito dos impactos dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro. É notório que as indústrias alimentícias estão desenvolvendo cada vez mais, assim como também como suas formas de produzir e/ou modificar seus alimentos. Mas de forma proporcional também há um aumento de pessoas que desenvolvem problemas de saúde, como diabetes, doenças do coração, obesidade, etc. Diante dessa perspectiva, faz-se necessária a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em primeira análise deve-se ressaltar um estudo publicado na revista Cell Metabolism que compara os efeitos de uma dieta ultraprocessada com de uma dieta não processada, e os efeitos na ingestão de calorias e ganho de peso. O estudo envolve 20 adultos com excesso de peso que estavam em instalações médicas. Cada participante do estudo dietético uma dieta ultraprocessada e uma dieta não processada por 14 dias. Os pesquisadores descobriram que. Os participantes ganharam em média dois quilos durante a fase da dieta ultraprocessada e perderam dois quilos durante a fase da dieta não processada.
Ademais, outro estudo, publicado no BMJ, exames registros dietéticos representativos de mais de 100.000 adultos franceses durante um período de cinco anos. Eles descobriram que aqueles que consumiam mais alimentos ultraprocessados tinham maiores riscos de doenças cardiovasculares, doenças coronárias e doenças cerebrovasculares. Esses resultados permanecerão estatisticamente capazes, mesmo após os pesquisadores ajustarem a qualidade nutricional da dieta.
Depreende-se portanto, a necessidade de se resolver esses problemas. Para isso é mister que o ministério da saúde informe a população sobre as consequências dos alimentos ultraprocessados por meio de palestras ou anúncios, para que a mesma se torne mais crítica a respeito do assunto em pauta e com isso ter uma sociedade mais saudável.